segunda-feira, 7 de maio de 2012

Juiz ordena a prisão dos dois únicos condenados do massacre de Eldorado dos Carajás

Um juiz brasileiro ordenou nesta segunda-feira a prisão dos dois únicos condenados do massacre de Eldorado dos Carajás, quando a Polícia matou há 16 anos, 19 integrantes do MST, informaram fontes judiciais.

O juiz criminal da cidade de Belém, Edmar Pereira, expediu hoje ordens de detenção para que os dois oficiais de Polícia condenados pelo massacre, que permaneciam em liberdade graças a vários recursos judiciais, cumpram sua pena em prisão, informou o Tribunal de Justiça do Pará. Dessa forma, a medida determina a prisão imediata do coronel Mario Colares Pantoja, condenado a 228 anos, e ao major José María Pereira de Oliveira, condenado a 158 anos e 4 meses, pela participação no múltiplo homicídio.

"Os oficiais devem ser detidos nas próximas horas para começarem a cumprir a sentença, após o esgotamento de todas as possibilidades de recursos em instâncias superiores", segundo o comunicado divulgado pelo tribunal. Os únicos condenados entre os 149 policiais acusados do massacre, Pantoja e Oliveira apresentaram diversos recursos nos tribunais superiores que permitiram a permanência em liberdade desde a condenação, em maio de 2002, até hoje.

No entanto, com o esgotamento de todos os recursos, o juiz que emitiu a pena determinou a prisão dos oficiais. Os advogados dos condenados anunciaram que os dois se entregarão nesta segunda-feira e que ficarão em um presídio especial para policiais.

O massacre de Eldorado dos Carajás ocorreu em 17 de abril de 1996 quando um grupo de manifestantes do Movimento dos Sem-Terra (MST) que bloqueava uma estrada no Pará foi disperso a tiros pela Polícia.

A ação policial deixou 19 mortos e cerca de 50 feridos entre os manifestantes, que exigiam a desapropriação de uma fazenda na região para a inclusão no programa de reforma agrária.

Após vários anos de um processo complexo, a Justiça considerou apenas os dois oficiais que comandavam os policiais como os responsáveis pelo massacre e absolveu os agentes e suboficiais que dispararam, com o argumento que cumpriam ordens superiores.

O MST considerou que a absolvição da maioria dos acusados e a liberdade que desfrutavam os dois únicos condenados mostra que o Brasil supostamente tolera a violência no campo.

"O MST agora está satisfeito com essa decisão judicial. Apesar de se tratar de um caso muito antigo, o massacre de Eldorado dos Carajás era emblemático para o Movimento e para os direitos humanos no Brasil", disse o coordenador da organização no estado do Pará, Ulisses Manaças.

A ordem de detenção dos condenados coincidiu com a divulgação nesta segunda de um relatório do Episcopado brasileiro que divulgou que a violência rural no país cresceu no ano passado, apesar do declínio do número de mortes por conflitos no campo de 34 em 2010 para 29 em 2011.

"Chama a atenção que os conflitos pela posse da terra subiu de 853 em 2010 para 1.035 em 2011, um crescimento de 21,32%, assim como o aumento do 177,6% do número de camponeses ameaçados de morte (de 125 a 347)", destacou o estudo. EFE cm/cl

sábado, 5 de maio de 2012

Guerra ao narcotráfico na Amazônia

Guerra ao narcotráfico na Amazônia

Mobilização com 8.700 militares visa combater o narcotráfico, garimpos ilegais e o desmatamento irregular.

O governo brasileiro iniciou quarta-feira (2) uma megaoperação para combater narcotráfico, garimpos ilegais e desmatamento irregular na fronteira norte da Amazônia. Essa teria sido uma determinação pessoal da presidente Dilma.

O Exército chegou a enviar um representante a países vizinhos para esclarecer eventuais temores com a operação.

A ação, denominada “Agata 4″, levará 8.700 militares para a fronteira do Brasil com Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa.

Serão usados ainda 11 navios, nove helicópteros e 27 aviões. A região é considerada o ponto fraco da Amazônia, por ter 5.500 km de fronteira seca e poucas guarnições das Forças Armadas.

A perspectiva de intensa movimentação de tropas próximo à fronteira causou apreensão nos países vizinhos. Porém, segundo o general José Carlos De Nardi, chefe do Estado Maior Conjunto do Ministério da Defesa, a ação não é uma demonstração de força.

Equipes diplomáticas visitaram os governos vizinhos para assegurar que a manobra não tem caráter hostil.

“Eu fui à Venezuela, à Guiana e ao Suriname para explicar o sentido da operação [de combater a criminalidade do lado brasileiro da fronteira]. Não é um problema de defesa da pátria”, disse De Nardi.

Segundo ele, a ação ocorrerá apenas em solo brasileiro e visa fortalecer a presença do Estado em uma das regiões mais remotas do país. Contudo, apesar de oficialmente não ter objetivo geopolítico, a operação Agata também não é um mero exercício militar. “É uma operação real, os militares levarão munição real e podem ocorrer tiros reais”, disse o general.

A realização da “Agata 4″ foi uma determinação da presidente Dilma Rousseff. Três ações semelhantes já foram realizadas no centro-oeste e no sul em 2011 e mais duas devem ocorrer ainda em 2012.

NARCOTRÁFICO

O objetivo da operação será destruir garimpos e pistas de pouso ilegais, além de “sufocar” o tráfico de maconha e cocaína que possui rotas de entrada no Brasil pelo norte da fronteira.

Segundo o Ministério da Defesa, a operação “Agata 3″, realizada em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia em 2011, bloqueou a passagem de criminosos pela fronteira e causou um aumento do preço das drogas no mercado negro.

De acordo com estimativa da pasta, só no Mato Grosso a elevação foi de 60% em Cárceres e 100% em Cuiabá. A estratégia do governo é represar o tráfico de drogas, madeira e metais preciosos durante 20 ou 30 dias e depois encerrar a operação. A tendência é que os criminosos preparem então grandes carregamentos logo após a retirada dos militares. Nesse período, a Polícia Federal, com ajuda da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), deflagrará a Operação Sentinela e fará incursões pontuais na região para fazer prisões e apreender cargas ilegais.

Pai salva filha de 2 anos do ataque de uma furiosa sucuri

Pai salva filha de 2 anos do ataque de uma furiosa sucuri

A cobra foi morta a golpes de facão

Se demorasse mais alguns segundos o agricultor Helenilton Gomes Maçal teria a filha de dois anos engolida por uma sucuri a poucos metros de sua casa, nas proximidades da ponte do Rio Crôa, na BR-364, em Cruzeiro do Sul (AC).

Precisou ser rápido para matar com um terçado (facão) o réptil de quase 5 metros de comprimento. Ela vivia em seu açude e comia os peixes que Helenilton criava para sustentar a família e vender.

O jornalista Flaviano Schneider, da Agência de Notícias do Acre, fotografou a cobra que, de acordo com o agricultor, saiu da água para pegar a criança.

Co informações de Juruá Online

Cirurgia retira quatro das seis pernas de bebê

Cirurgia retira quatro das seis pernas de bebê

Este caso de anomalia genética é considerado raríssimo.

Imagem divulgada pelo Instituto Paquistanês de Saúde Infantil nesta quinta-feira (19) mostra bebê que nasceu com seis pernas, logo após cirurgia que removeu os membros sobressalentes.

A criança, de uma semana de vida, está em um hospital da cidade de Karachi.

Clique aqui para ficar por dentro do assunto.

Bebê nasce com 6 pernas

Bebê nasce com 6 pernas

Médicos paquistaneses lutam para salvar a vida de um menino que nasceu com seis pernas devido a uma rara condição genética.

Jamal Raza, diretor do Instituto Nacional de Saúde Infantil, em Karachi, afirma que o bebê nasceu há uma semana e está na unidade de tratamento intensivo (UTI). As informações são do site do jornal inglês The Daily Telegraph e da agência AFP.

Segundo o jornal, um médico do hospital que não quis se identificar afirma que o menino sofre de uma desordem genética que afeta um recém-nascido a cada 1 milhão ou mais. “Os médicos estão examinando a criança para planejar o tratamento necessário para salvar a vida do bebê e garantir que ele tenha uma vida normal”, diz nota oficial do governo.

Imran Shaikh, pai da criança, vive em Sukkur, 450 km ao norte de Karachi. “Somos uma família pobre. Estou grato pelo governo ajudar a tratar meu bebê”, diz à imprensa.

A revista Playboy já está à caça da mulher de Carlinhos Cachoeira

A revista Playboy já está à caça da mulher de Carlinhos Cachoeira

Segundo um grande Amigo "As aguas ganham força na sua queda",sou obrigado a concordar com ele, pois Andressa Alves Mendonça esposa de Carlinhos Cachoeira está na mira da revista Playboy.

Quer convidá-la para posar nua. Andressa, além de bonita, tem uma história regada ao molho Nelson Rodrigues.

Ex-mulher do atual suplente do senador Demóstenes Torres, Wilder de Moraes (à esquerda na foto), a moça se separou dele para casar com o bicheiro.

O homem acusado de planejar os ataques de 11 de setembro se recusa a ouvir acusações

O homem acusado de planejar os ataques de 11 de setembro se recusa a ouvir acusações

O homem acusado de planejar os ataques de 11 de setembro, Khalid Sheikh Mohammed, compareceu hoje (5) a um tribunal militar no campo de prisioneiros da Baía de Guantánamo, em Cuba. O advogado de defesa alegou que o acusado não vai se pronunciar, por estar preocupado com a imparcialidade do processo.

Quando Sheikh Mohammed e os mais quatro suspeitos de envolvimento nos ataques se recusaram a colocar os fones de ouvido para escutar as acusações contra eles, em árabe, o juiz suspendeu a sessão até que um intérprete fosse levado ao local para traduzir o que estava sendo dito para todos os presentes no tribunal.

Os cinco acusados serão indiciados pelo assassinato de 2.976 pessoas nos ataques com aviões sequestrados em Nova York, Washington e Shanksville, na Pensilvânia. Eles também enfrentarão acusações relacionadas a terrorismo, sequestro e à conspiração e podem receber a pena de morte, se condenados.

Esta é a segunda tentativa de julgar Khalid Sheikh Mohammed. A primeira foi suspensa quando o presidente Barack Obama foi eleito. Obama queria substituir os tribunais militares de Guantánamo por cortes civis, mas foi vencido pela oposição no Congresso.

Novas regras impedem o uso de provas obtidas por meio de tortura, como a técnica de afogamento conhecida como waterboarding, que era utilizada pela CIA, o serviço secreto americano.

Ainda assim, advogados de defesa alegam que os tribunais militares não têm legitimidade, devido à restrição de acesso a seus clientes.